A alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico a substâncias normalmente inofensivas, conhecidas como alérgenos, em indivíduos geneticamente predispostos. Ela se desenvolve após a exposição a um determinado antígeno, e ocorre em pessoas suscetíveis que já foram sensibilizadas. Em indivíduos sem essa predisposição, a exposição a esses alérgenos não provoca nenhuma reação.
Essas substâncias podem incluir pólen, alimentos, poeira, medicamentos, picadas de insetos, entre outras. Quando uma pessoa alérgica entra em contato com um alérgeno, seu sistema imunológico reage como se estivesse sob ataque, desencadeando uma série de sintomas.
Essa resposta exagerada é conhecida como hiperergia (muito trabalho), e não alergia (sem trabalho), mas, comumente, a resposta aumentada do sistema imunológico é chamada de alergia.
Portanto, certos indivíduos apresentam hipersensibilidade a determinados fatores desencadeantes (alérgenos), e o processo é denominado Reação de Hipersensibilidade. Essa predisposição pode ser genética, e o organismo reage vivamente contra o alérgeno, desencadeando a reação. Além disso, há o fenômeno das reações cruzadas, em que outros elementos podem causar respostas semelhantes, o que torna difícil identificar o alérgeno primário.
Por que nem todos respondem mal a um alérgeno?
Uma pessoa sem predisposição genética não apresentará reações anormais ao ser exposta a um alérgeno, ao contrário dos indivíduos alérgicos. Mas por que algumas pessoas desenvolvem essa resposta, enquanto outras não, mesmo estando em contato com o mesmo alérgeno, que é comum na natureza?
A explicação genética pode ser uma forma de justificar algo ainda pouco compreendido. Para uma pessoa desenvolver uma resposta alérgica, ela precisa ter sofrido uma alteração anterior que a tornou suscetível, o que leva à Resposta de Hipersensibilidade. Essa resposta é a manifestação final de uma condição que se desenvolve de forma sutil no organismo, conhecida como Psora, uma das manifestações clínicas do miasma crônico (terreno mórbido).
Por isso, enquanto algumas pessoas apresentam alergias, outras sequer se atentam ao alérgeno que causa reações incômodas ou até fatais.
A alteração que favorece o desenvolvimento da alergia é uma doença crônica, ainda não reconhecida fora da homeopatia, e que tem um caráter evolutivo. Ela pode começar de forma simples e evoluir para doenças crônicas, que eventualmente exaurem o corpo e podem levar à morte.
A Importância do Tratamento:
Embora a alergia em si possa ser tratada para aliviar os sintomas, é essencial tratar a causa subjacente, que pode evoluir e dar lugar a doenças crônicas mais graves. Um exemplo comum é a evolução de uma alergia cutânea para uma rinite alérgica, e, posteriormente, para crises asmáticas.
Esse processo, denominado atopia, reflete a alternância dos quadros alérgicos, com um desaparecendo diante do tratamento, enquanto outros surgem. Portanto, o tratamento dos sintomas não resolve a doença subjacente, que pode evoluir, levando a complicações mais graves.
O Mal Crônico e a Necessidade de Tratamento
As doenças crônicas, como as alergias, originam-se muitas vezes de lesões iniciais não tratadas ou suprimidas de forma inadequada, especialmente com o uso de tratamentos alopáticos. Elas têm um caráter evolutivo, podendo afetar qualquer parte do corpo, incluindo a mente, órgãos e sistemas. Por isso, embora a aparência externa de uma pessoa possa parecer saudável, a doença pode estar se instalando silenciosamente no organismo.
A Homeopatia é uma abordagem terapêutica eficaz contra esses males, que, embora difíceis de tratar por outro método, têm grande potencial de cura.
O tratamento homeopático ajuda a restaurar a saúde para se viver sem limitações ou sofrimentos evitáveis, permitindo que a pessoa viva de forma mais saudável e sem a evolução da doença crônica que após algum tempo vai vitimando-a e diminuindo seu padrão de vida até a morte.
A Homeopatia é uma abordagem terapêutica eficaz contra esses males, que, embora difíceis de tratar por outro método, tem grande potencial de cura. O tratamento homeopático ajuda a restaurar a saúde para se viver sem limitações ou sofrimentos evitáveis, permitindo que a pessoa viva de forma mais saudável e sem a evolução da doença crônica que após algum tempo vai vitimando-a e diminuindo seu padrão de vida até a morte.
Com mais de 40 anos de experiência na Medicina, Dr. João Lourenço dedica sua carreira à promoção da saúde e ao bem-estar integral de seus pacientes. Formado em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), entre os anos de 1977 e 1983, ele iniciou sua trajetória acadêmica já demonstrando interesse pelo cuidado humanizado, sendo monitor na cadeira de Semiologia Médica.
Apaixonado por uma abordagem que trata a causa dos problemas e não apenas os sintomas, Dr. João aprofundou seus estudos na Homeopatia, especializando-se na área pela Associação Paulista de Homeopatia (APH) nos anos de 1984 e 1985. Seu conhecimento é reconhecido nacional e internacionalmente, sendo Membro Direto da World Organization of Family Doctors (WONCA) desde 1998 e possuindo o título de Especialista em Homeopatia registrado na Associação Médica Brasileira e na Associação Médica Homeopática Brasileira (Registro nº 223656).
Além de sua prática clínica, Dr. João também é autor do livro "Homeopatia sem Mistérios – Entenda e Viva Melhor", publicado em 2016, uma obra que visa descomplicar e tornar acessível a compreensão dessa abordagem médica eficaz e segura.
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